quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Extrato de Edital para Chamada Pública - Agricultura Familiar


 A Caixa Escolar Professor Nelson Fonseca, com sede em São Sebastião do Rio Verde- Minas Gerais torna-se público para o conhecimento dos interessados, em conformidade com o Regulamento Próprio de Licitação, Lei nº 11.947/2009, Resolução CD/FNDE nº 026/2013, Decreto Estadual nº 45.085/2009 e Resolução SEE/MG nº 2245/2012 a realização da Chamada Pública nº 01/2022, objetivando a aquisição de Gêneros Alimentícios da Agricultura Familiar, do Empreendedor Rural e suas organizações. O Edital contendo todas as condições para realização do certame deve ser solicitado através do e-mail (escola.330744@educacao.mg.gov.br). A abertura dos envelopes será no dia 22 de fevereiro de 2022, às 14:30 horas. Local de julgamento: Escola Estadual José Ribeiro Mira, situada na Praça Getulino Maciel nº 05, Centro, São Sebastião do Rio Verde- MG, CEP: 37.467-000. Os grupos formais e informais deverão apresentar a documentação prevista no artigo 22 da Resolução FNDE nº 26/13, para habilitação e Projeto de Venda.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

 Extrato de Edital para Chamada Pública - Agricultura Familiar

A Caixa Escolar Professor Nelson Fonseca, com sede em São Sebastião do Rio Verde- Minas Gerais torna-se público para o conhecimento dos interessados, em conformidade com o Regulamento Próprio de Licitação, Lei nº 11.947/2009, Resolução CD/FNDE nº 026/2013, Decreto Estadual nº 45.085/2009 e Resolução SEE/MG nº 2245/2012 a realização da Chamada Pública nº 02/2021, objetivando a aquisição de Gêneros Alimentícios da Agricultura Familiar, do Empreendedor Rural e suas organizações. O Edital contendo todas as condições para realização do certame deve ser solicitado através do e-mail (escola.330744@educacao.mg.gov.br). A abertura dos envelopes será no dia 09 de agosto de 2021, às 14:00 horas. Local de julgamento: Escola Estadual José Ribeiro Mira, situada na Praça Getulino Maciel  nº 05, Centro, São Sebastião do Rio Verde- MG, CEP: 37.467-000. Os grupos formais e informais deverão apresentar a documentação prevista no artigo 22 da Resolução FNDE nº 26/13, para habilitação e Projeto de Venda.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA

EXTRATO DE EDITAL PARA CHAMADA PÚBLICA COLETIVA-AGRICULTURA FAMILIAR. A Caixa Escolar Cônego José de Castilho Moreira realiza Chamada Pública nº02/2020 para aquisição de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar, do Empreendedor Rural ou de suas organizações para a alimentação escolar. Os fornecedores individuais, grupos informais e formais deverão apresentar a documentação prevista no artigo 27 da Resolução CD FNDE nº04/2015 para habilitação e projeto de venda até o dia 29/09/2020, até às 9h:00, com abertura dos envelopes no dia 29/09/2020 às 9h:30 h., na Escola Estadual Ruth Martins de Almeida, localizada na Praça Alfredo pinto, nº52, centro, Caxambu, MG, CEP 37440-000–Telefones: 35.3341.10.02, e-mail: escola.172081@educacao.mg.gov.br. Os quantitativos e gêneros alimentícios estão disponíveis no edital nº02/2020 no mural da Escola Estadual Ruth Martins de Almeida e na página da internet: http://agriculturafamiliar.educacao.mg.gov.br



sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Serviço de Utilidade Pública




EXTRATO DE EDITAL PARA CHAMADA PÚBLICA COLETIVA – AGRICULTURA FAMILIAR. A Caixa Escolar Cônego José de Castilho Moreira realiza Chamada Pública nº 01 / 2020 para aquisição de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar, do Empreendedor Rural ou de suas organizações para a alimentação escolar. Os  fornecedores individuais , grupos  informais e formais  deverão apresentar a documentação prevista no artigo 27 da Resolução CD  FNDE nº 04/2015 para habilitação e projeto de venda até o dia 18/02/2020, até  às 9h:00  , com abertura dos envelopes no dia 18/02/2020 às 9h:30 h. ,na Escola Estadual Ruth Martins de Almeida, localizada na Pça Alfredo Pinto, nº 52, centro, Caxambu, MG, CEP 37.440.000 – Telefone: 35. 3341.10.02, e-mail:  escola.172081@educacao.mg.gov.br  . Os quantitativos e gêneros alimentícios estão disponíveis no edital nº 01 / 2020 no mural da Escola Estadual Ruth Martins de Almeida e na página da internet :http://agriculturafamiliar.educacao.mg.gov.br

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

ANPOCS: MOMENTO ENTREVISTA

Sobre as vadias...



Com a palavra, a pesquisadora Carla de Castro Gomes, doutoranda da UFRJ.

                                                                                                       
                                                                            Por Roberta Nogueira 







Ø  O Teto: Sobre o termo “vadia” e o seu uso pelo Movimento.

Ø  Carla de Castro Gomes (UFRJ): É um uso que tenta justamente evidenciar o caráter normativo que existe na palavra “vadia.” Então quando se apropriam desse termo, os movimentos feministas tentam mostrar essa dupla moral que existe e regula o comportamento de homens e mulheres: a ideia de que as mulheres não devem ter vários parceiros, não devem usar determinadas roupas, não devem expor muito os seus corpos e sua sexualidade, enquanto que para os homens isso não seria problema. “Vadia” é um termo acusatório usado para mulheres que quebram essas expectativas muito tradicionais, de gênero, mas quando falado, empunhado pelas feministas é uma forma de tentar questionar essa dupla moral, questionar essas regras de gênero que limitam, controlam a sexualidade das mulheres.

Ø  O Teto: Sobre a importância política e social da Marcha das Vadias.

Ø  Carla: Eu considero a Marcha das Vadias, junto com outras pessoas que também estudaram o assunto, uma das expressões recentes mais importantes do feminismo não só no Brasil, mas no mundo. Como eu disse, ela aconteceu em mais duzentas cidades pelo mundo, levou milhares de pessoas para as ruas; e no Brasil, esse sucesso de público foi estrondoso, ocorreu em muitas cidades, teve muita visibilidade midiática. Muitas mulheres jovens, que não tinham antes participado de nenhum movimento social ou de nenhum movimento feminista, começaram a se engajar politicamente a partir da Marcha das Vadias. E mesmo quando essa marcha deixou de existir em muitas cidades, essas redes de mulheres, que se formaram ao redor da Marcha, continuaram existindo. E continuam bastante atuantes em outros coletivos ou na universidade. E isso foi algo que marcou muito as biografias individuais e coletivas de muitas mulheres_ e de outros sujeitos também.

Ø  O Teto: Diferentes vertentes feministas se sentem representadas pela Marcha das Vadias? Como isso se dá exatamente?

Ø  Carla: A Marcha das Vadias teve uma capacidade muito grande de atrair pessoas, especialmente mulheres jovens, que nunca tinham participado de protestos feministas, mas ela também trouxe muita polêmica, controvérsia, disputa entre feministas. Muitas não se sentiam contempladas pelo uso da palavra “vadia”, pelo uso da nudez e da exposição do corpo, por essa coreografia de protesto que enfatiza a sexualidade, o deboche, a paródia. Foram muitas as críticas em todo o mundo, de mulheres negras que não se sentem contempladas pelo termo, que acreditam que essa não é a melhor forma de abordar a sexualidade das mulheres negras, com esse tipo de coreografia e de vocabulário político. Houve também muitas críticas de feministas mais velhas, que valorizam outros repertórios de protesto e não viram “com muitos bons olhos” essas coreografias, o uso do nome, da nudez, achando que isso acabaria estigmatizando o movimento feminista.

Então essas tensões estão presentes o tempo inteiro na Marcha das Vadias, em todos os lugares onde ela aconteceu. Vejo que a Marcha das Vadias acabou sendo um espaço também para discutir essas tensões: raciais, de classe, sexualidade. A Marcha acabou pela via do conflito também sendo um espaço de discussão dessas questões que são tão importantes para o Feminismo.






Fotos: Stephano Nogueira
Apoio: Joana D'Arc Ribeiro


ANPOCS 2018: em Caxambu, MG







ANPOCS em foco: Mostra de Filmes 2018


 Sobre o açaí dos Wayana 


                                                                                           Por Roberta Nogueira




O ancião aos pés da grandeza do açaí. Neto e avô. O descendente a beber do sabor de memórias que também são suas. O avô falando da música perdida no tempo e na história de seus ancestrais. 

Cena do filme "Wapu: o açaí dos Wayana" (2017) de André Lopes e Tyna Apalai Wayana


E "wapu, wapu" se descobre canção, que nutre as novas gerações _ em honra a um canto primeiro, ao povo que tudo começou. Uma alegria inocente, quase ingênua molda o sorriso dos jovens que nos cantam Wapu. No estúdio, na floresta, na descoberta do fruto e na partilha da longa busca da floresta, eles contam sua história. E nos encantam_ assim.


























segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Livro do Teto

De Paganus
  
Por Roberta Nogueira 



                                       Satine com o livro "Paganus" de Simone O. Marques


                            

"Tu é parte da terra, parte do fogo, parte da água, parte das matas. Pertences à Deus Dana, minha querida, tens dentro de ti as forças da natureza e as bênçãos da Grande Mãe..."
                                                                                                              Gleide


Bruxas, Deusas... o Feminino que OUSA e se insiste em um mundo cruel e patriarcal. Portadoras da mensagem de Dana, Guardiãs de uma missão.

Gleide, Adele e Daniele_ anciã, mãe e donzela: as três faces da Deusa. A Deusa-Lua_ Oráculo que vê e ensina; Lua que gesta, cuida e provê; Lua que guarda o sentir. E a Deusa traça seus desígnios, abre O Caminho  a quem se propõe a segui-Lo.

Paganus nos conta a história daquelas que O seguiram. E que descalças correm pelos campos, dançam à luz da Lua, cantam suas cores (e dores), cabelos ao vento, flores na água em forma de oração. Deusas que celebram a natureza, o ciclo das estações, o porvir.

Batalhas são travadas_ há um Deus que da Deusa quer o seu (?) lugar_, sangue é derramado; do paraíso as filhas de Dana são expulsas. E assim a Roda fazem girar: "O que está em cima é como o que está embaixo." Vida- morte- renascimento, o eterno ir e vir das coisas. O fim também é o começo.


ISBN-13: 9788598307282 
 ISBN-10: 8598307289
Ano: 2015 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Editora Alfabeto



quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Especial ANPOCS

Reunião Especial: Pesquisadores Latino - Americanistas e Caribeanistas

 

O encontro reuniu pesquisadores e estudiosos vários. As pesquisadoras à frente do debate: Flávia Lessa de Barros (UnB), Lilia Tavolano (UnB) e Adelia Miglievich (Ufes) nos contam um pouco sobre os desafios (dado o momento político) de se pensar Brasil e América Latina.


Por Roberta Nogueira 


O Teto: Sobre a ausência do embaixador do Equador nos debates de hoje e seu impacto nas decisões a serem tomadas pelo grupo.

Flávia Lessa de Barros (UnB):

"Nós estávamos contando, na programação oficial, com a participação do embaixador, professor Ramón Galarza. Ele participaria da Mesa Redonda: Campos de Produção e Difusão de Conhecimento e Informação sobre A América Latina no Brasil, representando uma rede importantíssima latino-americana, que reúne não só acadêmicos, pesquisadores, mas também militantes de movimentos sociais, que, por sua vez, também produzem conhecimento, outras formas de saber que, não acadêmicas, não reproduzem propriamente o paradigma científico, mas contribuem igualmente na produção de conhecimento sobre a região.

O embaixador também estaria aqui conosco, inclusive se manifestando em prol do fortalecimento em âmbito regional e internacional  da rede que pretendemos criar a partir de hoje, a Rede Brasileira de Pesquisadores Latino-Americanos e Caribeanistas. E da inserção da mesma na Rede Internacional Latino-Americana Democracias em Revolução e Revoluções e Democracia. Infelizmente, em função do grande desgaste das relações diplomáticas dos dois países, Equador e Brasil, no processo do golpe, sua vinda foi desautorizada pelo chanceler. Isso, no entanto, não quer dizer, apesar da perda de sua contribuição na ANPOCS, uma inviabilidade de participação e intersecção nossa nessa rede. Nós prosseguiremos, enfrentando esse tipo de dificuldade.

A Universidade, o campo acadêmico no Brasil, é compreendido também com um campo importante de organização, de articulação e de mobilização para se pensar América Latina, as democracias que foram sendo aprofundadas desde as duas últimas décadas na região e para o enfrentamento de todas as ameaças que estamos sofrendo.

Tivemos esse problema, foi momentâneo, mas nós temos uma agenda muito importante de ação para desenvolver. E essa união entre nós a partir das diferentes perspectivas, da nossa pluralidade de olhar sobre a região é que vai fazer a nossa força. Nós somos contra o pensamento único, contra o projeto de homogeneização, de rebaixamento, de subjugação da Universidade. Nós defendemos a autonomia de pensamento, o livre-arbítrio e vamos prosseguir lutando para fortalecer a nossa rede. Essa rede é um grande caminho e vai estar sempre aberta em uma perspectiva horizontal, não temos a intenção de criar hierarquias, direções, nós não estamos aqui criando um espaço de poder nesse sentido de dominação, de autoridade. A proposta é de horizontalidade, de troca, de fortalecimento mútuo."


Lília Tavolano (UnB):

O Teto: O sentido de se pensar hoje: Brasil e América Latina.

"Falando um pouco sobre a iniciativa hoje de promover essa reunião. Hoje, no atual contexto político do Brasil e da América Latina, ela tem um significado especial. À medida que articula pesquisadores que estão pensando América Latina, os seus problemas, as suas questões e cuja integração é fundamental inclusive para se pensar em proposições, enfrentamentos, não só do ponto de vista acadêmico, mas político também, para a região. Sem esse conhecimento produzido, sem uma instituição, sem institucionalização que dê algum tipo de respaldo para produção de conhecimento, realmente nós ficamos muito mais vulneráveis. Então essa é uma forma também articularmos  intelectual e politicamente."



Adelia Miglievich (Ufes):

O Teto: Sobre as soluções, caminhos que foram apontados para que realmente haja um diálogo efetivo do Brasil com os outros países da América Latina. E para que tal diálogo não seja ameaçado.


"De fato, o diálogo entre o Brasil e demais países latino-americanos encontra-se ameaçado pela política externa atual do governo Temer. E essa reunião, que tem um fundo mais detidamente acadêmico, mostra que também as relações de cooperação científica estão ameaçadas: as parcerias interinstitucionais, os projetos, as pesquisas, a mobilidade acadêmica: estudantes de países vizinhos que vêm ao Brasil, estudantes brasileiros que desejam fazer suas formações, pós-graduadas, por exemplo, em países latino-americanos. E nós tivemos um crescimento notável nos últimos dezesseis anos de núcleos de pesquisa, de laboratórios, de revistas.

Nós tivemos uma presença significativa de vários estados brasileiros do nordeste, do norte, do sul, do centro-oeste, do sudeste. E tivemos uma diversidade de temáticas, que foram narradas no campo da Ciência Política, da Sociologia, da Antropologia e mais especificamente, das Relações Internacionais. Então, nós estamos com um campo pujante. A questão é mantê-lo e marcar nossa voz, marcar nossa resistência em torno de uma agenda de pesquisa que coloque a América Latina como um  locus de enunciação. A ideia de nós, pesquisadores de e a partir da América Latina, participarmos da comunidade internacional, mas com autonomia. Em minha análise, esta ideia foi muito bem sucedida".



A Reunião Especial foi presidida pelos seguintes pesquisadores e instituições:
Flávia Lessa (UnB), Lívia Tavolano (UnB), Adelia Miglievich (Ufes), Joanildo Burity (Fundação Joaquim Nabuco), Carlos Eduardo Martins (UFRJ), João Feres Jr. (Uerj).












terça-feira, 25 de outubro de 2016

Especial ANPOCS em Caxambu


O uso do corpo na língua de sinais, o discurso em si_ e o seu papel social e político. 

                                                                         Por Roberta Nogueira


Com a palavra, a pesquisadora Regiane Lucas Garcês.



                                                                À direita, a pesquisadora Regiane (UFMG).


Seminário Temático: Dinâmicas subjetivas e espaço público: gramáticas emocionais, corporais e estéticas
                                                       

"A Língua Brasileira de Sinais é uma língua reconhecida legalmente pelo governo brasileiro em 2002. E ela parte da premissa de que é a língua de uma comunidade, assim como a língua portuguesa, a inglesa. Ela pertence, no entanto, à modalidade espaço- visual, ou seja, ela precisa do corpo, dos corpos, das faces para se expressar. É da natureza da língua ser assim.

Qualquer posicionamento político que o surdo venha a fazer nas esferas públicas, ele prescinde desse posicionamento do corpo, que também serve como um lugar de impacto visual para aquelas pessoas que estão ali, como uma forma de mobilização, de defesa do próprio direito de uso da língua."




Em tempo...


A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências  Sociais - ANPOCS realiza sua 40ª edição de 24 a 28 de outubro. Com estimativa de mais de mil trabalhos inscritos, segundo informações da assessoria de imprensa e responsáveis. Os temas giram em torno de questões tais como, gênero, políticas públicas, movimentos sociais e antropologia das emoções entre outros, tendo em vista o atual panorama político e econômico brasileiro. Ensaios fotográficos, simpósios, colóquios, mesas redondas com pesquisadores de diversas partes do país do mundo promovem um rico espaço de debates e sábias provocações. 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Noite de Festim



  
Pousada Águas de Caxambu  (Caxambu, MG)





Diretamente do Festival Boa Mesa, a noite de quarta-feira (3/02) foi regada ao de mais fino do cardápio árabe sob o comando do Chef de cozinha Saad Shawky El Sayed Ashmawy. Cerca de 40 convidados estiveram presentes no evento, que teve seu ponto alto na demonstração de dança de Saad, que saiu da cozinha para alegrar a festa .


                 Diogo Curi, empresário e proprietário da pousada Águas de Caxambu e o Chef Saad e senhora.
 



O festim teve inspiração nas origens do proprietário Diogo Curi, que homenageou a colônia caxambuense, na memória de seu falecido avô Kalil Curi e do também falecido Zahrelben Ghadban (dono do Hotel Caxambu).






 Essa é apenas uma das muitas iniciativas de pessoas e grupos que amam e desejam o melhor para Caxambu e os seus.






Fotos e matéria Roberta Nogueira




sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Novo Cine Caxambu





O Hobbit: A Desolação de Smaug

(The Hobbit: The Desolation of Smaug,2013)


Duração: 161 min.
Origem: EUA, Nova Zelândia
Gênero: Ação, Aventura
Classif.: Classificação: 12 ANOS
 
Horários:
20h30

Dublado
Sinopse

Segundo filme da trilogia de adaptação da obra-prima The Hobbit, de J.R.R. Tolkien, “O Hobbit: A Desolação de Smaug” dá continuidade à aventura de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) em sua épica jornada com o Mago Gandalf (Ian McKellen) e treze Anões, liderados por Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage), para o Reino dos Anões de Erebor.
 
Elenco
Martin Freeman, Ian Mckellen, Cate Blanchett, Orlando Bloom, Richard Armitage, Evangeline Lilly, Aidan Turner, Christopher Lee, Andy Serkis

Produção
Peter Jackson, Fran Walsh, Phillipa Boyens, Carolynne Cunningham

Direção
Peter Jackson

Em Caxambu - MG.

Para mais acesse:

http://www.cinemaniaca.com.br/index2.php?cc=392



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Novo Cine Caxambu






Frozen: Uma Aventura Congelante

(Frozen,2013)

Duração: 102 min.
Origem: EUA
Gênero: Ação, Animação, Aventura
Classif.: Classificação: LIVRE
 
 
 
Dublado
 
 
Horários:
17h00
20h45

Ingressos

Sinopse

Para acabar com a profecia de inverno perpétuo que existe em seu reino, um alpinista e uma jovem chamada Anna atravessam picos nevados e penhascos para encontrar a legendária Rainha da Neve. Com exibição em 3D.
 
Elenco
Vozes de: Kristen Bell, Josh Gad, Idina Menzel, Jonathan Groff, Tom Kane, Santino Fontana, Eva Bella, Livvy Stubenrauch
Produção
Peter Del Vecho, John Lasseter
Direção
Chris Buck, Jennifer Lee
 
Em Caxambu - MG
 
Visite o "site" Cinemaníaca:
 
 
 

domingo, 3 de novembro de 2013

De Olho no Teto...







Em Caxambu - MG

Para mais informações acesse:


https://www.facebook.com/CantinhoDoPury?notif_t=fbpage_fan_invite


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

AS AMIZADES E O MEU TEMPO

                                                                                      Por Dorothy Coutinho


Hoje, com uma razão especial, 69 anos não é pouco, vou homenagear aqueles e aquelas que têm estado comigo.Falo das opções que venho fazendo, até sem saber, para ser feliz ou para destruir. É assim.. Recusei ter um parceiro na vida a quem não pudesse contar como amigo, porque os amigos fazem parte do meu alicerce emocional que a passagem do tempo me concede. Falo daquela pessoa para quem posso telefonar, não importa onde ela esteja nem a hora e dizer: “estou mal, preciso de você”. E ela estará comigo ao telefone o tempo necessário para que eu me recupere, me reencontre, me reaprume, não me mate, seja lá o que for.

Menos expansiva e mais reservada tive sempre muitos conhecidos e poucas, mas reais amizades, dessas que formam, com a família, o chão sobre o qual posso caminhar e, para as quais eu sou apenas eu: pessoa com manias e brincadeiras, eventuais tristezas, erros e acertos; hoje com alguns bônus, alguns créditos sem o ônus do ciúme já que a amizade é um meio-amor, o que cá entre nós é uma bela vantagem. Ser amigo é rir junto, é dar o ombro para chorar, é poder apresentar o namorado, é poder aparecer de tênis furado, é poder até brigar e voltar, sem ter de dar explicação.

Amigo, amiga é um dom incrível. Quando o destino conspirava contra, tirando de baixo de mim todos os tapetes fazendo com que eu perdesse o prumo, o rumo, o sentido de tudo, foram os amigos, as amigas e as minhas filhas ainda jovens, mas, já reveladas amigas, que seguraram as pontas. Aguentei e continuei amando a vida e as pessoas e a mim mesma, o suficiente para não ficar amarga, pois além de acreditar no mistério de tudo  eu tinha aqueles amigos. Com eles, sem grandes conversas nem palavras explícitas, aprendi solidariedade, simplicidade, honestidade, e carinho.

Dedico esse texto às pessoas que mesmo quando estou cansada, estou burra, estou irritada ou desatinada, e, sem precisar me sacrificar, nem compreender, nem perdoar, nem fazer malabarismos, nem inventar desculpar, nem esconder rugas ou tristezas eu posso simplesmente SER.

Às Níveas, toda a gente da grande família, Sal, Nil, Silvia, Isolda, AnaM, Edith, Rui, Fátima, Lena, Aida, Darcy, Ari, ZéLu, Sossô, VetMárcia, Zecão, Chapa, e alguns (muitos) dos que já “pediram pra subir”.


Dorothy
3l.out.2013  


domingo, 7 de abril de 2013

Crônica do Teto



 


                                                                                                            Dorothy Coutinho
          


COLESTEROL É VIDA - OU DE PERTO NINGUÉM É NORMAL


Se você pensa que é sadio, é porque não procurou direito sua doença.
Falo principalmente da “doença mental”. Aliás, expressão pouco usada, porque o chique agora é “transtorno”, “desordem” ou “distúrbio”. 

A tendência é não sermos mais vistos como responsáveis pelos nossos próprios atos. O sujeito é assaltado porque lhe faltaram oportunidades de acesso à educação, ou porque foi vítima de bullyng e tantos outros indicadores, sempre com resultados de uma formulação manipulada, onde nem sempre as relações de causa e efeito têm uma base sólida. O pior é que elas resistem até mesmo a obvia verdade de que a grande maioria dos que enfrentaram ou enfrentam momentos difíceis não é de delinquentes. 

No terreno da psicanálise de boteco que tem o condão de adaptar suas explicações, o sujeito que surra mulher e filhos é porque foi também surrado pela mãe, ou do outro que não foi surrado e nem sequer advertido, ou seja, foi negligenciado, mas com efeitos também desastrosos. E o número de transtornos e desordens só aumenta. Surgem os novos “pacientes”, gente que agora padece de síndromes antes nunca descritas. 

E os males do espírito que não geram sintomas físicos, ou, se geram, são de difícil definição? O diagnostico vira conceitual e subjetivo e fica assim, um papo de maluco: “eu acho que você está deprimido porque acho que seu quadro configura o que eu acho que é depressão”.
Não há mais preguiça, não há mais agressividade. Há transtornos, desordens de atenção, só desordens. As emoções antes normais em qualquer ser humano podem se revelar em algum transtorno. Vai depender do freguês e da moda psiquiátrica corrente.
Não se fica mais triste, fica-se deprimido. Não se fica mais ansiosa, fica-se com distúrbios de ansiedade. 

Chegamos sem notar, ao ponto em que todo indivíduo, se confrontado com um hipotético “padrão normal”, será portador de vários transtornos. É o caso de se pensar que assim como a infância e a falsa descoberta de um número alarmante de bebês portadores de transtorno bipolar, passou a ser uma doença, a puberdade, a adolescência, a jovem maturidade, a meia idade e a velhice é tudo doença também. Ninguém escapa, porque o objetivo é englobar. 

O problema não é a ciência decretar que, de uma forma ou de outra, somos todos malucos. Isso todo mundo sabe. O problema é quando eles decidem qual é a nossa maluquice e nos forçam a uma normalidade que não queremos e nem temos por que aceitar. Assim, podemos ser forçados a agir “normalmente” ou considerados insanos, se discordarmos da normalidade oficial.
Tenho medo de não me encaixar na portaria da ANVISA que define a normalidade, já que de perto ninguém é normal! Eu só sei que colesterol é vida!!!