sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Novo Cine Caxambu





O Hobbit: A Desolação de Smaug

(The Hobbit: The Desolation of Smaug,2013)


Duração: 161 min.
Origem: EUA, Nova Zelândia
Gênero: Ação, Aventura
Classif.: Classificação: 12 ANOS
 
Horários:
20h30

Dublado
Sinopse

Segundo filme da trilogia de adaptação da obra-prima The Hobbit, de J.R.R. Tolkien, “O Hobbit: A Desolação de Smaug” dá continuidade à aventura de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) em sua épica jornada com o Mago Gandalf (Ian McKellen) e treze Anões, liderados por Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage), para o Reino dos Anões de Erebor.
 
Elenco
Martin Freeman, Ian Mckellen, Cate Blanchett, Orlando Bloom, Richard Armitage, Evangeline Lilly, Aidan Turner, Christopher Lee, Andy Serkis

Produção
Peter Jackson, Fran Walsh, Phillipa Boyens, Carolynne Cunningham

Direção
Peter Jackson

Em Caxambu - MG.

Para mais acesse:

http://www.cinemaniaca.com.br/index2.php?cc=392



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Novo Cine Caxambu






Frozen: Uma Aventura Congelante

(Frozen,2013)

Duração: 102 min.
Origem: EUA
Gênero: Ação, Animação, Aventura
Classif.: Classificação: LIVRE
 
 
 
Dublado
 
 
Horários:
17h00
20h45

Ingressos

Sinopse

Para acabar com a profecia de inverno perpétuo que existe em seu reino, um alpinista e uma jovem chamada Anna atravessam picos nevados e penhascos para encontrar a legendária Rainha da Neve. Com exibição em 3D.
 
Elenco
Vozes de: Kristen Bell, Josh Gad, Idina Menzel, Jonathan Groff, Tom Kane, Santino Fontana, Eva Bella, Livvy Stubenrauch
Produção
Peter Del Vecho, John Lasseter
Direção
Chris Buck, Jennifer Lee
 
Em Caxambu - MG
 
Visite o "site" Cinemaníaca:
 
 
 

domingo, 3 de novembro de 2013

De Olho no Teto...







Em Caxambu - MG

Para mais informações acesse:


https://www.facebook.com/CantinhoDoPury?notif_t=fbpage_fan_invite


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

AS AMIZADES E O MEU TEMPO

                                                                                      Por Dorothy Coutinho


Hoje, com uma razão especial, 69 anos não é pouco, vou homenagear aqueles e aquelas que têm estado comigo.Falo das opções que venho fazendo, até sem saber, para ser feliz ou para destruir. É assim.. Recusei ter um parceiro na vida a quem não pudesse contar como amigo, porque os amigos fazem parte do meu alicerce emocional que a passagem do tempo me concede. Falo daquela pessoa para quem posso telefonar, não importa onde ela esteja nem a hora e dizer: “estou mal, preciso de você”. E ela estará comigo ao telefone o tempo necessário para que eu me recupere, me reencontre, me reaprume, não me mate, seja lá o que for.

Menos expansiva e mais reservada tive sempre muitos conhecidos e poucas, mas reais amizades, dessas que formam, com a família, o chão sobre o qual posso caminhar e, para as quais eu sou apenas eu: pessoa com manias e brincadeiras, eventuais tristezas, erros e acertos; hoje com alguns bônus, alguns créditos sem o ônus do ciúme já que a amizade é um meio-amor, o que cá entre nós é uma bela vantagem. Ser amigo é rir junto, é dar o ombro para chorar, é poder apresentar o namorado, é poder aparecer de tênis furado, é poder até brigar e voltar, sem ter de dar explicação.

Amigo, amiga é um dom incrível. Quando o destino conspirava contra, tirando de baixo de mim todos os tapetes fazendo com que eu perdesse o prumo, o rumo, o sentido de tudo, foram os amigos, as amigas e as minhas filhas ainda jovens, mas, já reveladas amigas, que seguraram as pontas. Aguentei e continuei amando a vida e as pessoas e a mim mesma, o suficiente para não ficar amarga, pois além de acreditar no mistério de tudo  eu tinha aqueles amigos. Com eles, sem grandes conversas nem palavras explícitas, aprendi solidariedade, simplicidade, honestidade, e carinho.

Dedico esse texto às pessoas que mesmo quando estou cansada, estou burra, estou irritada ou desatinada, e, sem precisar me sacrificar, nem compreender, nem perdoar, nem fazer malabarismos, nem inventar desculpar, nem esconder rugas ou tristezas eu posso simplesmente SER.

Às Níveas, toda a gente da grande família, Sal, Nil, Silvia, Isolda, AnaM, Edith, Rui, Fátima, Lena, Aida, Darcy, Ari, ZéLu, Sossô, VetMárcia, Zecão, Chapa, e alguns (muitos) dos que já “pediram pra subir”.


Dorothy
3l.out.2013  


domingo, 7 de abril de 2013

Crônica do Teto



 


                                                                                                            Dorothy Coutinho
          


COLESTEROL É VIDA - OU DE PERTO NINGUÉM É NORMAL


Se você pensa que é sadio, é porque não procurou direito sua doença.
Falo principalmente da “doença mental”. Aliás, expressão pouco usada, porque o chique agora é “transtorno”, “desordem” ou “distúrbio”. 

A tendência é não sermos mais vistos como responsáveis pelos nossos próprios atos. O sujeito é assaltado porque lhe faltaram oportunidades de acesso à educação, ou porque foi vítima de bullyng e tantos outros indicadores, sempre com resultados de uma formulação manipulada, onde nem sempre as relações de causa e efeito têm uma base sólida. O pior é que elas resistem até mesmo a obvia verdade de que a grande maioria dos que enfrentaram ou enfrentam momentos difíceis não é de delinquentes. 

No terreno da psicanálise de boteco que tem o condão de adaptar suas explicações, o sujeito que surra mulher e filhos é porque foi também surrado pela mãe, ou do outro que não foi surrado e nem sequer advertido, ou seja, foi negligenciado, mas com efeitos também desastrosos. E o número de transtornos e desordens só aumenta. Surgem os novos “pacientes”, gente que agora padece de síndromes antes nunca descritas. 

E os males do espírito que não geram sintomas físicos, ou, se geram, são de difícil definição? O diagnostico vira conceitual e subjetivo e fica assim, um papo de maluco: “eu acho que você está deprimido porque acho que seu quadro configura o que eu acho que é depressão”.
Não há mais preguiça, não há mais agressividade. Há transtornos, desordens de atenção, só desordens. As emoções antes normais em qualquer ser humano podem se revelar em algum transtorno. Vai depender do freguês e da moda psiquiátrica corrente.
Não se fica mais triste, fica-se deprimido. Não se fica mais ansiosa, fica-se com distúrbios de ansiedade. 

Chegamos sem notar, ao ponto em que todo indivíduo, se confrontado com um hipotético “padrão normal”, será portador de vários transtornos. É o caso de se pensar que assim como a infância e a falsa descoberta de um número alarmante de bebês portadores de transtorno bipolar, passou a ser uma doença, a puberdade, a adolescência, a jovem maturidade, a meia idade e a velhice é tudo doença também. Ninguém escapa, porque o objetivo é englobar. 

O problema não é a ciência decretar que, de uma forma ou de outra, somos todos malucos. Isso todo mundo sabe. O problema é quando eles decidem qual é a nossa maluquice e nos forçam a uma normalidade que não queremos e nem temos por que aceitar. Assim, podemos ser forçados a agir “normalmente” ou considerados insanos, se discordarmos da normalidade oficial.
Tenho medo de não me encaixar na portaria da ANVISA que define a normalidade, já que de perto ninguém é normal! Eu só sei que colesterol é vida!!!   

 


sábado, 6 de abril de 2013

Com a Palavra...






Estou contratando uma doméstica com as qualificações necessárias ao cargo. Pago todos os direitos. Que ela saiba cozinhar razoavelmente, passar e arrumar a casa. Não precisa ser exímia pianista. Basta tocar um pouco de Chopin, meu preferido. Ela toca e eu escuto e depois eu toco Beethoven e ela escuta. Pau a pau. Serão seis horas de trabalho e duas de piano para que possamos relaxar. Ela de tanto trabalho, da preocupação de chegar na hora, de dar tantas explicações pelo atraso da condução, de assinar ponto de entrada e saída, não porque eu exija, mas porque lei é lei, e eu de controlar tudo, de verificar as horas, de cuidar para que ela não trabalhe na hora do descanso, de viver com o lápis na mão fazendo contas e mais contas de hora extra, de abono, de adicional noturno, de INSS, FGTS, multas e outra besteirinhas, mas pois, de dona de casa me transformei de repente em empresária sem ter empresa. Tô lascada! Depois tomaremos o chá das cinco com bolinhos que farei, ela sendo minha convidada, pois depois das oito horas nem um copo d'água posso pedir mais a ela. Acho certíssimo. Lei é lei. Todo mundo tem que ter os seus direitos trabalhistas. Estou esperando os meus. Os direitos da dona de casa. Quando a presidente vai regulamentar isso? Tenho 42 anos de trabalho ininterrupto. Fui cozinheira, lavadeira, babá, professora, motorista, psicóloga, administradora, economista e ainda tenho várias destas funções e muitas vezes tem alguém que ainda acha que sou dondoca e que vivo pendurada no telefone. Isso é caso de polícia! Estou vendo a hora morrer e a lei que favorece a dona de casa não é aprovada. Preciso urgentemente ouvir Chopin!

Fonte: Facebook


domingo, 3 de fevereiro de 2013

O Teto em Versos

Ansiedade



Sei como é esse minuto.
Vivias bem ali dentro, com as tuas coisas.
Mas dá-te os cinco
e queres uma vida
De ventos e cheiros.
Queres saltar o muro de um salto,
Sei como é.

Estavas numa de vamos lá ver
Talvez diga no livro,
Talvez no escuro a mão,
Mas sentes amargo na boca
E sais da cama, da cadeira,
Do caminho como um danado,
E pões-te a dar corda ao mundo
- Sei como é.

Querias o que faltava,
Quase, meio minuto bastava
Um fundo de copo para a sede
Mas tramas-te com o tamanho
Da tua humanidade, com a correria
Nas tuas veias
E partes a moldura, o espelho,
A face. Enrolas sonhos mansos
E chutas.
Esqueces que acabas
e ficas.


21/01/2013


Fonte: Facebook